As unidades hoteleiras estão progressivamente a adaptar-se às necessidades dos chamados “clientes profissionais”, armazenando-se com as melhores soluções tecnológicas para que nada falhe na articulação com o trabalho. A aposta estende-se igualmente aos gadgets. São vistos como uma forma de assegurar uma oferta de entretenimento diferenciada e de conquistar novos hóspedes.
Quisemos conhecer todos os pormenores deste “novo sector” e descobrimos excelentes opções no site hotéis.com.
Por: Tânia Silva

Seven Hotel Paris, Paris
O 7 Hotel é bem capaz de ser um dos hotéis mais High-Tech da Europa. Para além da fantástica decoração das suites, com sete de diferentes designs e inspirações, há toda uma envolvência tecnológica que garante uma estadia diferente e, claro está, inesquecível. O mais difícil é escolher em que suite ficar! Todas elas têm Wi-Fi gratuito, máquina de café Nespresso, televisor LCD ou tela de projecção com 1,60 metros, base para iPod e empréstimo de um portátil para se divertir a navegar na Internet ou, simplesmente, trabalhar.
Depois existem pormenores realmente interessantes, como as camas que parecem levitar no ar, ou as banheiras suspensas! A suite que vês nestas imagens é a 007 e, por toda a envolvência, vale mesmo a pena conhecer!
Aria Resort and Casino, Las Vegas
O Aria é um dos melhores exemplos em todo o mundo no que diz respeito à introdução de novas tecnologias nos hotéis, senão veja: todos os quartos têm ligação de fibra óptica com velocidades de 100Mbps; todos os quartos têm uma porta para carregar o iPod Touch ou o iPhone; os hóspedes têm um cartão RFID que detecta a proximidade ao quarto e destranca automaticamente a porta; assim que se entra no quarto, as luzes acendem e as cortinas abrem-se automaticamente; há um botão de “boa noite” que desliga as luzes, fecha os estores e liga o sinal de “Não incomodar”. Quer melhores exemplos?

theWit Hotel, Chicago
Outro excelente exemplo da temática deste artigo. O theWit dispõe de uma rede de IP total, isto é, há uma ligação que abrange desde elevadores a sensores nos quartos e até ao fervedor de água na cave. Por exemplo, o quarto detecta em que zona está o hóspede e dirige as definições de temperatura para essa zona; todos os quartos têm um telefone NEC VoIP com um ecrã LCD onde pode encontrar informações sobre o seu voo, rent-a-car, chamadas de despertar, etc. Há também uma TV HD no quarto com acesso livre à Internet.
Wynn, Las Vegas
Eis outro paraíso para os amantes dos gadgets. Os quartos estão totalmente equipados com tecnologias distintas: televisão de Alta Definição, cortinas e luzes automáticas, sistema telefónico VoIP, entre outras. O hotel tem ainda um serviço Red Card, que significa que pode usar a chave do quarto para aceder a todas as áreas do resort, fazer compras e reservas, etc.
Nine Zero Hotel, Boston
Este luxuoso hotel boutique tem detalhes High-Tech que fascinam qualquer pessoa, como por exemplo a Penthouse Cloud 9, que tem identificação de segurança através da íris. Ou seja, só você poderá abrir a porta! Já os quartos standard estão “decorados” com outras tecnologias, como o acesso grátis à Internet de banda larga, telefones sem fios Dual-Line e, claro, sistemas de televisão e áudio topo-de-gama.



O Natal está novamente à porta e, mesmo em tempos de crise, é necessário aproveitar ao máximo todos os momentos na procura da alegria e felicidade. É por isso mesmo que vos apresentamos um cabaz recheado de sugestões e prendas para um Natal mais tecnológico.
Com uma evolução tecnológica constante e altamente dinâmica em que vivemos, muitos afirmam que as novas gerações têm a vida muito mais facilitada. Se é verdade ou não é uma discussão que deixamos em aberto, mas o que realmente importa, é que com os avanços tecnológicos existentes, principalmente no áudio digital, é-nos permitido ter o nosso próprio estúdio em casa. Muitos são os músicos e produtores que afirmam terem composto e produzido os seus álbuns no conforto do seu lar sem que para isso tenham gasto importâncias enormes de dinheiro na construção do seu “home studio”. Por isto fomos à procura de quem faz da música a sua vida, tanto a compor como a produzir. Falamos de Miguel Marques, produtor reconhecido em Portugal, com um vasto currículo de produção de bandas portuguesas e internacionais, proprietário do Generator Studios, e ainda músico, guitarrista da banda Easyway que nos conta que material e que escolhas se devem fazer, consoante o grau de exigência pretendido, para se construir um estúdio, neste caso em casa. São dados dois cenários, sendo o primeiro mais “low cost” e ao mesmo tempo sem grandes pretensões de profissionalismo, ou seja, direccionado para quem procura uma faceta mais lúdica na composição e produção das suas próprias músicas. No segundo, referimos então o aspecto mais profissional que um estúdio pode contemplar, com todas as escolhas e justificações para que fiquemos com um espaço digno de qualquer produtor ou músico que queira um maior grau de elaboração e pretenda fazer um maior investimento.