Criado para a utilização multimédia, incorpora um ecrã com imagem nítida graças à tecnologia Resolution+ e Adaptive Sound Device Enhancer para não perder nenhum detalhe sonoro, para além do processador gráfico NVIDIA Tegra 2.
Por: Cristiano Sampaio
A câmara frontal incorporada é de 2.0 MP. Em conjunto com o microfone embutido, é ideal para a realização de videochamadas.
Numa das laterais estão os controlos de volume do equipamento, o botão para ligar ou desligar o tablet, e é ainda possível bloquear a rotação do ecrã através da tecla dedicada.
Dispõe de uma câmara traseira com 5.0 MP capaz de gravar vídeos HD a 720p. Infelizmente, não possui um flash dedicado para captação de imagens em ambientes menos iluminados.
As portas HDMI, USB 2.0 e miniUSB 2.0 estão devidamente protegidas. A primeira permite conectar o tablet a uma HDTV e as duas últimas facilitam a ligação de vários dispositivos externos.
Estivemos presentes na apresentação no novo AT200 na IFA 2011 que decorreu no mês de setembro em Berlim, mas esse só chegará ao mercado no final deste ano.
Em comparação com o novo modelo, o AT100 é um dispositivo mais volumoso e que possui uma tampa traseira em borracha. A utilização deste tipo de material na capa posterior melhora o manuseamento do equipamento e evita escorregadelas acidentais. Além disso, pode escolher entre seis capas de cores diferentes, para que tenha um tablet que reflita a sua personalidade ou estado de espírito do momento.
Este é o primeiro tablet que permite o acesso à bateria, podendo desta forma transportar baterias extra para prolongar a utilização intensiva do dispositivo ao longo do dia. Uma opção que, sem dúvida, nos agradou bastante!
Desempenho
Se pretende jogar, visualizar filmes, aceder à conta de e-mail e redes sociais ou simplesmente navegar na Internet, o Toshiba AT100 corresponde bem a qualquer utilização. Está equipado com um processador Dual Core NVIDIA Tegra 2 e 1GB de memória RAM que permitem correr em segundo plano múltiplas aplicações em simultâneo enquanto navega na Internet ou desfruta de videojogos HD.
O ecrã TruBritte de 10,1" com resolução WSVGA e 1280 por 800 pixéis, graças à tecnologia Resolution+ da Toshiba, oferece uma imagem nítida, especialmente para visualizar fotografias, bons ângulos de visualização e demonstrou ser bastante sensível e rápido a responder a todos os nossos comandos. Os altifalantes incorporados são de dimensões reduzidas, mesmo assim a qualidade de som é razoável e semelhante à de modelos mais caros de outras marcas.
Outra das características que o distingue da concorrência é o leitor de cartões SD onde pode utilizar um adaptador para aceder aos conteúdos de cartões miniSD, microSD, SDHC ou cartões multimédia. Sendo um tablet para uma utilização multimédia, vem ainda equipado com um porta HDMI e portas USB para que possa ligar pendrives, discos rígidos, um rato ou um teclado.
OPÇÕES
Samsung Galaxy Tab 10.1
Com as características superiores, é uma solução mais avançada e com um preço elevado. Ideal para quem procura uma solução mais completa, incorpora o mesmo processador gráfico NVIDIA Tegra 2 mas destaca-se por vir equipado com um módulo 3G que permite o acesso à Internet através da ligação HSDPA com débitos rápidos até 21Mbps e dispõe de uma câmara traseira de 8.0 MP capaz de gravar vídeos HD a 1080p.
Se procura um dispositivo móvel para estar sempre "online", o Galaxy Tab 10.1 é perfeito.
Acer Iconia A500
É um equipamento com características semelhantes às do modelo em análise, entre elas: ecrã de 10,1", processador gráfico Dual Core NVIDIA Tegra 2, câmara traseira de 5.0 MP (com flash dedicado) e traseira de 2.0 MP, interface HDMI ou suporte A-GPS. No entanto, vem equipado de raiz com o sistema operativo Android Honeycomb 3.0 e o ecrã dispõe de uma resolução de 1024 por 800 pixéis e 262 mil cores.
Em relação ao design, é distinto do AT100 da Toshiba e será a escolha de quem prefere um "look" metálico. em resumo Neste momento, já estão disponíveis no mercado várias soluções mais estilizadas, leves e compactas como o Samsung Galaxy Tab 10.1 ou iPad 2 da Apple. Sendo um tablet com um peso de aproximadamente 765 gramas, acaba por ser pesado.
Contudo, o AT100 possui alguns trunfos que o destacam da concorrência: a bateria amovível vai sem dúvida ser uma característica que não deixará ninguém indiferente, pois mais nenhum equipamento oferece essa possibilidade, e se pretende efetuar uma utilização intensiva e está preocupado com a autonomia do dispositivo, basta comprar e utilizar uma segunda bateria; a porta HDMI permite a ligação a uma HDTV utilizando o cabo da mesma; e a porta USB 2.0 permite a ligação de vários dispositivos tal como num computador.
No geral, é um dispositivo funcional e ideal para uma utilização multimédia. No entanto, se procura um tablet Toshiba e pretende uma solução mais compacta, tendo em conta a mobilidade, e estilizada, será melhor aguardar pelo lançamento do AT200.



A acompanhar a parafernália de funcionalidades comuns a praticamente todos os smartphones Android (GPS, Wi-Fi, acelerómetros, etc.), este Optimus Monte Carlo oferece um conjunto de características onde encontrámos uma câmara de 5.0 MP com flash LED, 512MB de RAM e a mais recente versão do Android, a 2.3.4.
Com o mercado do tablets em crescente expansão, eis que chega ao mercado o SlidePad da Memup. Reconhecida pelos seus equipamentos multimédia, sejam leitores de MP3, MP4 ou dispositivos de armazenamento multimédia, a empresa segue a mesma tendência e lança agora um dispositivo tablet direccionado ao entretenimento e deixando de lado algumas funcionalidades disponíveis na generalidade destes equipamentos, nomeadamente: suporte A-GPS para navegação portátil, tecnologia Bluetooth ou câmara traseira para captação de conteúdos.
A dimensão do ecrã é ideal para a visualização de filmes, suportando a maioria dos formatos mais conhecidos, entre eles: AVI, WMV, 3GP, MP4, MPG, VOB, MKV, RMVB, FLV, TS ou TP. Tanto a qualidade de imagem como a qualidade de som são razoáveis e se posssuir uma HD TV, a porta HDMI do SlidePad possibilita a visualização dos conteúdos num ecrã de maiores dimensões, tendo uma autonomia de até seis horas de reprodução contínua.
Disponível na Vodafone por 149,90 euros, vem equipado com o sistema operativo Android 2.1, actualizável para a versão 2.2 Froyo, e um ecrã mais pequeno com 7". Entre os três modelos, é o que oferece o processador mais lento, a 600MHz, mas mesmo assim a navegação é fluida e sem quebras. Se procura um tablet para utilizar como centro multimédia portátil e não só, o V9 é ideal, barato e oferece uma autonomia de 7 horas para reprodução de vídeos.
É um tablet com características semelhantes ao V9, entre elas a plataforma Android 2.1 Eclair, ecrã de 7 polegadas, ligação HSDPA a 7.2Mbps, permite a realização de chamadas, entre outras. Em comparação com o SlidePad destaca-se por permitir a utilização de um cartão SIM de qualquer operador móvel; por incorporar GPS para navegação portátil; e por disponibilizar uma câmara traseira de 2.0 MP para captação de imagens ou vídeos.
Não é o mais estilizado nem possui as características técnicas mais avançadas mas é ideal para quem pretende adquirir um dispositivo para uma utilização multimédia. O seu preço abaixo dos 300 euros é competitivo. Contudo, não incluir uma aplicação para acesso ao Android Market ou uma App para acesso ao Facebook é um ponto negativo. As aplicações tiveram uma grande influência na massificação tanto de smartphones como de tablets e não incluir esse "mundo" neste SlidePad limita a sua utilização. Se está familiarizado e já utiliza a plataforma Android, estas são funcionalidades que possivelmente muitos utilizadores não pretendem prescindir. Mesmo assim, se procura um tablet para visualizar conteúdos multimédia, navegação na Internet ou aceder à conta de e-mail e pretende poupar uns euros, deve ter em conta está solução da Memup.
Baseado no sistema operativo da QNX, que também permite a utilização de várias aplicações a correr em simultâneo, esta deveria ser a base a integrar em todos os modelos da RIM, incluindo os famosos terminais BlackBerry. Não é que o BlackBerry OS não seja funcional – para quem já está habituado – mas se a marca canadiana pretende juntar-se à elite dos novos smartphones e tablets, a interface do utilizador baseada no QNX será, na nossa opinião, a melhor solução. Tudo o que fazemos "obriga" ao deslize dos dedos no ecrã táctil de 7 polegadas (600 por 1024 pixéis). Ao deslizar para cima abre-se um leque de opções onde podemos encontrar todas as aplicações instaladas, divididas por: todas, favoritas, multimédia e jogos. Ainda nesta barra podemos encontrar a função BlackBerry Bridge, uma ferramenta que, através de uma ligação Bluetooth a um telemóvel BlackBerry, nos permite aceder a uma série de pastas do telefone: mensagens, contactos, calendário, notas, tarefas e ainda aceder ao browser que, saliente-se, consegue uma nível de navegação acima da média. A função de BlackBerry Bridge ou, se quisermos, a ponte entre um e outro equipamento, é aqui fundamental para manter ambos os terminais sincronizados com o mesmo tipo de informações, nomeadamente as pessoais e as de negócio.
A interface que encontrámos neste PlayBook foi o que mais nos surpreendeu: altamente funcional e onde tudo funciona à base dos gestos e deslizes que fazemos no ecrã do equipamento. Destaque nesta área também para a barra superior que nos permite configurar todo o tablet desde configurar a ligação a redes Wi-Fi até activar a entrada HDMI para ligação do equipamento a um ecrã de maiores dimensões. É também nesta barra que aparecem as notificações (e-mails ou mensagens recebidas, actualizações da App World, etc.) e que encontramos o relógio e o acesso ao essencial calendário. Bloquear a auto-rotação do ecrã é outra das acções que podemos tomar a partir desta barra.
Após a comercialização do primeiro terminal Dual Core do mundo, eis que chega ao mercado nacional o smartphone com o ecrã mais luminoso, o Maximo Black da LG. Tivemos a oportunidade de o experimentar no Mobile World Conference 2011, realizado em Fevereiro, e logo aí conhecemos as suas potencialidades. Também já sabíamos que iria ser comercializado com a versão Android 2.2 Froyo, por isso quando o ligamos pela primeira vez aqui na redacção não foi uma surpresa e achamos ser um ponto negativo. No entanto, está prevista a actualização para a versão 2.3 Gingerbread em breve.
O LG Maximo Black não é um terminal criado a pensar no utilizador que procura o terminal mais avançado disponível no mercado, mas não se deixe enganar! No geral, é um dispositivo Android de gama média, com um preço apetecível e excelentes características tecnicas. É capaz de se adaptar a qualquer tipo de utilização, seja ela lúdica, multimédia ou profissional.