Mais cor na cidade
É apenas mais uma versão de um Smart Fortwo, mas não é uma versão qualquer! Painel táctil multimédia com GPS, Bluetooth estéreo e ranhura USB marcam a diferença.
Por: Valter Leandro
Elegante, desportivo e, acima de tudo, "trendy", a edição especial deste Smart, designado como NightOrange e lançado em Fevereiro, é um verdadeiro luxo e deu-me um gozo imenso mostrá-lo pela cidade lisboeta, que às vezes aborrece de tão cinzenta que é!
A edição especial baseia-se nos nas versões Passion Coupé e Passion Cabrio, uma excelente aposta da marca agora que estamos na época do Verão onde as cores são mais vibrantes. Mas o que mais nos interessa vem no seu interior e aqui a marca não se poupou a esforços apostou na integração de equipamento telemático topo-de-gama (tendo em conta o tipo de carro que estamos a tratar): dispõe e um generoso ecrã táctil de 5 polegadas onde podemos colocar as nossas coordenadas e destinos para navegação GPS; de uma entrada auxiliar jack áudio de 3,5mm para ligar leitores de MP3 dedicados; de um ranhura para pendrives estrategicamente integrada no porta-luvas; de um kit mãos-livres com Bluetooth estéreo; e ainda de um sistema de som Surround com seis colunas de som.
Consola multimédia
A integração de um sistema multimédia num Smart é uma novidade agradável e permitiu-me usufruir de ferramentas que não uso no meu Smart pessoal. Parece que vou ter de investir... tal foi o vício de poder ligar os meus leitores de áudio às seis colunas integradas.
Mais info
O painel central da nova geração de Smarts está mais apelativa e oferece mais detalhes informativos aos seus condutores.
Eco MHD
O Smart Fortwo está agora mais ecológico com a integração do sistema MHD, que é o mesmo que dizer, Start/Stop.
Ficha Técnica
Ecrã: 5 polegadas
Navegação/Mapas: Sim/Não disponível
Telefone/Slot SIM/Teclado: Bluetooth/Não/Não
Entradas: 1x jack áudio 3,5mm; 1x USB; cartões SD
Leitor CD/DVD/MP3: Sim/Não/Sim
Extras: Sistema de seis colunas de som
Preço de venda recomendado: desde 13.706,00 até 18.943,00 euros



Um dia, quando já tiver experimentado todos os crossovers existentes no mercado, vou render-me e pensar em adquirir aquele que mais me surpreendeu... é tão certo como o sol nascer todos os dias! Sim, o valor que as várias marcas pedem por um destes citadinos todo-o-terreno (nem sei se poderá dizer isto!), mais precisamente 70 mil euros no modelo que ensaiámos, é, para mim, apenas imaginável, mas se continuar a jogar na lotaria nunca se sabe. É preciso ter fé!
O Nissan Murano que testámos é compatível com quase todo o tipod e ficheiros áudio, e inclusive permite utilizar o telemóvel como memória dos nossos álbuns preferidos. A alteração das fontes de áudio podem ser executadas com poucos toques.
Estou a tornar-me num adepto fervoroso dos Crossovers de estrada. O Mitsubishi ASX que testei contribuiu ainda mais para perceber o prazer que é conduzir um destes veículos que, ainda que detenha o aspecto visual de um todo-o-terreno, é perfeitamente "encaixável" em qualquer cidade com trânsito mais ou menos intenso. Contudo, o que me atraiu – mais uma vez – foi saber que este modelo tem como opção a integração de um potente sistema de som da Rockford Fosgate, que continua a merecer toda a minha atenção sempre que se debate a qualidade de áudio num automóvel. No modelo testado estavam instaladas, nada mais, nada menos, do que sete colunas de som preparadas para "ferir" os meus tímpanos sem apelo nem agravo: quatro médios (dois frontais e dois traseiros), dois tweeters localizados junto ao tablier e nas laterais e um subwoofer, que fica no porta-bagagens e que debita uma qualidade de som sem qualquer tipo de comparação com qualquer outro modelo que já tenha testado nestas páginas.
A marca Rockford Fosgate sempre foi o expoente máximo em qualidade de som in-car. As seis colunas mais o subwoofer instalado na mala traseira deste ASX conseguiram pôr à prova – e passaram com mérito – a minha exigência audiófila.
Não é a primeira vez que experimento o sistema IMA (Integrated Motor Assist) instalado nos veículos híbridos da marca nipónica Honda, mais ecológicos devido às baixas emissões de CO2 (104g/km) e à sua capacidade de locomoção através da bateria integrada que é alimentada pela cilindrada 1.3 do motor a gasolina.
Para quem aprecia ouvir uma boa música depois de um dia trabalho de escritório, entrar dentro do carro e ligar um bom sistema de som é uma quase uma obrigação! Foi precisamente isso que me levou a requisitar este Renault Scénic para testes... por puro prazer e egoísmo! Desculpem o desabafo, mas depois de saber que esta edição integrava um sistema áudio da marca Bose, uma das melhores na área do som, os dias até aos testes foram de grande ansiedade. No fim, comprovei o que suspeitava: a qualidade de som debitada pelas quatro potentes colunas da gama Bose Energy Efficient, e pelos dois pequenos tweeters localizados aos cantos da consola central do Scénic, é irrepreensível. A distinção entre graves, médios e agudos está muito bem definida, ainda que tenhamos a possibilidade de os configurar ao nosso gosto no painel que encontrámos na consola central, um ecrã TFT com formato 16:9, a cores, e com 9,25 polegadas, "gigante" portanto!
