Potência interior
A versão do novo C-Max que testámos, além da potência do motor EcoBoost de 182 cavalos, dispõe de todo o tipo de equipamento telemático multimédia, incluindo navegador GPS.
A Ford parece estar a passar ao lado da crise económica que se faz sentir! Depois de na última edição termos experimentado o novo Ford Focus, este mês damos destaque ao C-Max, um monovolume atraente, robusto, seguro e com equipamento telemático de fazer "corar" algumas marcas de luxo. Convenhamos que para ser completo não seria mal pensado se integrasse dois ecrãs nas cabeceiras dos lugares dianteiros – acompanhados de um leitor de DVD – mas também não se pode ter tudo não é?!
Este C-Max já percorre as estradas portuguesas há alguns meses, normalmente carregado de famílias inteiras, graças ao conforto e espaço que o mesmo proporciona. A versão que testámos, a Titanium com motor a gasolina 1.6i EcoBoost de 182 cavalos, poderá tornar-se algo dispendiosa para quem tem o pé pesado. Com consumos combinados de 6,6 litros aos 100km, é bem capaz que fique a conhecer melhor o gerente do seu posto de abastecimento! Ainda assim, a tecnologia EcoBoost permite-lhe poupar bastante mais quando comparado com a concorrência, além de que as emissões de CO2 são também mais reduzidas.
Equipamento telemático
Por dentro, além do conforto já relatado, onde cabem sem problema até cinco passageiros, o Ford C-Max vem muito bem apetrechado de equipamento telemático. Começamos logo pelo modo telefone: integra a tecnologia Bluetooth que lhe permite emparelhar com o seu telemóvel e, através dos comandos do volante, aceder à sua lista de contactos, receber e efectuar chamadas e até aproveitar o perfil estéreo para ouvir os álbuns de música que tem armazenado na memória do telefone. Ainda nesta área, destaque ainda para o painel central com acesso a um teclado alfanumérico que lhe permite marcar números directamente. Junto a este painel vai ainda encontrar uma série de atalhos (Navegador, CD, rádio, auxiliar e telefone). O sistema de navegação é bastante bom e apenas lamentamos o tamanho do ecrã com 5 polegadas, insuficiente para albergar tanta informação no mesmo local.

Mais na edição impressa nº 148
Por: Valter Leandro
