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Shadows of the Damned

Lutas com demónios!

Inferno desce à terra... É um cliché dizer que "o inferno desce à terra" quando algo de mal e aterrador se passa, mas em Shadows of the Damned é mesmo isso que vai acontecer... somos obrigados a lutar nas suas profundezas!


Por: Valter Leandro

Este título, para começar, não é para todos! Apenas para os adeptos mais fervorosos de realizadores como Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, dois mestres da 7ª arte a criar altos momentos de suspense e acção que são, no fundo, alguns dos principais ingredientes deste Shadows of the Damned.


Apresentamos-lhe Garcia Hotspur, o nosso herói de serviço que não tem mais do que a missão de descer ao submundo para salvar o amor da sua vida (uma espécie de príncipe encantado, portanto, mas sem o beijo ressuscitador). City of the Damned é o ambiente onde se desenrola toda a acção, onde o perigo e a morte estão à espreita em cada esquina. Como já temos alguma afinidade pelo nosso protagonista vamos apenas tratá-lo por Hotspur, que tem numa caveira (que até tem nome: chama-se Johnson) a possibilidade de a transformar em várias armas para combater com todos os demónios que vai encontrando pelo caminho que, desde já avisamos, vai ser penoso, difícil e até algo assustador para quem não está habituado a jogar em ambientes onde o sangue a jorrar e as vísceras dos inimigos parecem ser o maior aperitivo para o nosso herói.


O jogo torna-se algo repetitivo quando descobrimos que a caveira Johnson possui poderes de luz que conseguem quase por completo aniquilar qualquer diabo que nos apareça pela frente. Aqui e ali encontramos pequenos puzzles que nos obrigam a pensar mais, mas nada comparado com títulos onde esta vertente está mais demarcada.


Graficamente, Shadows of the Damned não vislumbra porque os cenários são quase sempre jogados em plena escuridão. Contudo, o som ambiente e a própria jogabilidade na terceira pessoa são capazes de atrair os fãs de títulos mais... como havemos de dizer... macabros e assustadores.

 

 

 

zOOm score

Jogabilidade: 7
Gráficos: 7
Som: 8
História: 6
Média: 7

 

 

 

 

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MX vs. ATV Alive

Lama, pó e muitos saltos

Aviso: se o seu estômago dá muitas voltas quando anda aos saltos, se nunca se deu bem com os loopings na montanha russa, então este jogo não é para sim. Se, pelo contrário, adora condução extrema e competição em duas ou quatro rodas, MX vs. ATV Alive é perfeito, mesmo que seja ao comando da PS3.


Por: João Picado

A THQ lançou há alguns meses a mais recente versão de jogos de motocrosse. MX vs. ATV Alive é o típico jogo de competição do género em que somos desafiados a lutar pela glória entre vários e impiedosos adversários, em pistas difíceis e exigentes.


A dinâmica é simples. No modo carreira, o utilizador cria o seu próprio avatar e lança-se ao desafio. Como é natural, no início há muito poucas opções. São duas motos e dois quads disponíveis. E para aqueles que não tenham ritmo de competição, as corridas não são nada fáceis.


Ainda assim, a progressão é possível e, completadas algumas corridas de frustração, todos podem mostrar os seus dotes de pilotagem, entre saltos gigantes ou curvas apertadas enlameadas, para evoluírem na competição. Com as vitórias e outros bons resultados, as evoluções técnicas à disposição aumentam e MX vs ATV Alive torna-se muito mais interessante.


A jogabilidade não surpreende pela positiva, mas também não compromete. E desenganem-se aqueles que pensem apenas em acelerar. Há técnica a aplicar. Isso é muito importante. Porque em determinadas zonas ganha-se tempo se as curvas forem feitas por dentro, noutras é mais vantajoso abrir a trajectória. Experimente!


Interessante é a variedade de componentes e de aspectos personalizáveis. Seja o fato de competição ou o guiador da moto, quase tudo pode ser alterado. Mas o que interessa mesmo é a competição e, se gostar de dominar as motos, vai ter umas boas horas de diversão.

 

 

Avaliação Zoom it

Jogabilidade: 8
Gráficos: 7
Som: 7
História: 7
Média: 7,3

 

 

 

 

Actualizado em Quinta, 13 Outubro 2011 15:15
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inFAMOUS 2

Electrizante


inFAMOUS 2 segue pelo mesmo caminho do primeiro jogo do género da Sucker Punch. A história está muito bem conseguida. O nosso heróis estafeta perdeu alguns poderes após o primeiro encontro com o arqui-rival que quer destruir as cidades, A Besta. Depois de Empire City (Nova Iorque) ser destruída, o personagem muda-se, juntamente com dois companheiros, para New Marais (Nova Orleães). Aí, procura recuperar parte dos poderes e preparar-se para derrotar o inimigo.


A mecânica do jogo é exactamente a mesma de Infamous. A jogabilidade é excelente mas as missões correm o risco de se tornarem algo repetitivas. De qualquer forma, a vontade de derrotar A Besta faz com que chegar ao fim de Infamous 2 seja imperioso.

Pontuação

Jogabilidade: 8
Gráficos: 9
Som: 8
Longevidade/História: 9

Média

8,5

 

 

 

 

Actualizado em Terça, 13 Setembro 2011 15:31
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Dirt 3

Prego a fundo

Nasceu sob a marca do mítico campeão do Mundo, Colin McRae. Perdeu o seu nome e tornou-se só Dirt, mas este jogo de corridas com muita terra nunca perdeu a irreverência do mito escocês. Em Dirt 3 ainda ganhou um atractivo: agora já podemos fazer o mesmo que Ken Block nas suas impressionantes gincanas.


Quando a fórmula funciona não existem razões racionais para mudar. Por isso, a Codemasters manteve o formato e limitou-se a melhorar o que de bom já tinha feito em Dirt 2. Por isso, Dirt 3 tem tudo para ser um sucesso e um dos melhores jogos de ralis da actualidade.


Para sermos mais precisos, não é só de ralis que se trata. Dirt 3 tem ralis, provas de todo-o-terreno e muitas corridas em terra e na neve com as potentes “pick-up” norte-americanas. Há ainda as espectaculares provas estilo montanha, em troços variados mas com carros que mereciam estar à partida das 24 Horas de Le Mans, tal o apuro aerodinâmico. Tudo isto já existiam no seu antecessor e foi aprimorado. A grande novidade de Dirt 3 é mesmo as provas de gingana, fenómeno que se tornou um sucesso no Youtube, por culpa de Ken Block, o piloto de ralis norte-americano mais famoso no Mundo.


A jogabilidade é esplendorosa nos jogos do género – é mesmo a melhor. Os carros disponíveis são mais e não se limitam aos modelos actuais. Quem não gosta de guiar um Mini como o que venceu Monte Carlo ou um monstruoso Grupo B?


O formato resulta em pleno e, como excelente apontamento, ainda podemos colocar os momentos mais espectaculares no Youtube, como se tivéssemos dado “show” tal como Ken Block faz nos seus vídeos.

 

 

Pontuação

Jogabilidade: 9
Gráficos: 9
Som: 9
Longevidade/História: 8

Média

8,75

 

Trailer oficial

 

 

Actualizado em Terça, 13 Setembro 2011 15:13
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Battlefield 3 (vídeo)

Caspian Border Gameplay + Jets (GAMESCOM)

 

 

 


 

Actualizado em Quinta, 18 Agosto 2011 11:43

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