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Reviews - 3DS, DSi, DS

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Steel Diver

Acção nas profundezas

Nintendo 3DS

 

Jogos com submarinos não são comuns, e o tema presta-se mais a simulações dedicadas do que a uma abordagem mais Arcade, como a que temos neste Steel Diver – títulos agora lançado para a Nintendo 3DS – mas que funciona bastante bem nesta portátil. O elemento 3D é aqui bem conseguido e bem aproveitado, mesmo em termos funcionais.

 

Temos três modos de jogo: o modo de Missões, onde vamos superando os desafios que nos são impostos, com três tipos de submarinos à escolha, o Ataque com Periscópio, no qual temos de rodar nos próprios para avistar os alvos (comprem uma cadeira giratória), e ainda o modo Steel Commander, uma espécie de batalha naval que pode ser jogada a dois com outra consola e apenas uma cópia do jogo. Inovador, divertido e, por vezes, exigente.

 

Jogabilidade: 9

Gráficos: 8

Som: 6

História: 6

Média: 7.2

 

 

 

Actualizado em Segunda, 01 Agosto 2011 15:32
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LEGO: Pirates of the Caribbean

Nintendo 3DS

Os bonecos da Lego protagonizam agora toda a saga dos Piratas das Caraíbas, e em 3D!

 

Texto: Luís Carlos Sousa

 

Depois de Star Wars, Indiana Jones e Harry Potter, os divertidos bonecos da Lego encarnam agora outra série de heróis transplantados do mundo do cinema para os vídeo-jogos: a série Piratas das Caraíbas, neste caso com uma aventura (bem, na verdade são quatro) para a nova Nintendo 3DS.

 

A ocasião é o lançamento do quarto filme da saga, “Por Estranhas Marés”, mas não se pense que este pequeno-grande jogo em 3D se fica apenas pelas aventuras retratadas no mais recente título. Pelo contrário, e tal como acontecia, por exemplo, em “Star Wars II” para a Nintendo DS, temos à disposição também os anteriores filmes: “A Maldição do Pérola Negra”, “O Cofre do Homem Morto” e “Nos Confins do Mundo”.

 

Após terminarmos a primeira missão (o início do primeiro filme) ficam desbloqueados as quatro histórias, cada uma delas com várias missões que se vão desbloqueando à medida que progredimos. Uma boa maneira de revermos toda a saga, agora “leguificada” (ou é legolizada?).

 

Tudo funciona de modo muito semelhante aos restantes títulos Lego. O combate fica para segundo plano e o que conta principalmente é a resolução dos “puzzles”. Mas nenhuma missão fica completa a 100% logo na primeira passagem. Após recolhermos items escondidos e comprarmos novas personagens, podemos correr de novo as missões para tentar a perfeição, o que acrescenta longevidade ao jogo. Só é pena não podermos gravar a progressão durante as missões (embora fiquem sempre registados os créditos e items recolhidos), mas este será apenas o único ponto que não nos agradou.

 

Um jogo muito divertido, engenhoso e recomendado, embora não seja dos que mais beneficia do efeito 3D da Nintendo. É um “plus” interessante, mas não deslumbra.

 

Jogabilidade: 8

Gráficos: 7

Som: 7

História: 9

Média: 7.7

 

 

 

 

Actualizado em Segunda, 01 Agosto 2011 15:33
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Nintendo 3DS

Revolução portátil

Jogar uma consola portátil com ecrã em 3D sem recurso a óculos, foi a promessa – agora cumprida – da Nintendo. E funciona?

 

A primeira sensação ao pegarmos na Nintendo 3DS é de que estamos perante algo menos “infantil” que as DS/DSi, e até para ser usado com mais cuidado, sensação que, no nosso caso, foi reforçada por termos tido acesso a uma unidade mais sóbria, em negro com a base cor de titânio.

 

Ligeiramente mais pesada que a DSi, as dimensões são bastante aproximadas. A 3DS é cerca de 3mm mais alta, mas mais curta na mesma medida. Aberta, e prontos para começar a jogar, deparamo-nos com um ecrã superior (o que tem a função 3D) maior, enquanto que o ecrã táctil em baixo passa a ter uma maior resolução (de 320x240 pixéis, quando era de 256x192p). O que salta à vista também é o novo botão deslizante analógico no lugar onde estava o D-Pad, que passou uns dois centímetros mais para baixo. Por baixo do ecrã táctil temos agora os botões de Start e Select, e ainda o novo “Home”, com o qual podemos aceder ao menu da consola a qualquer momento, mantendo a aplicação/jogo em que estávamos em suspenso. Temos ainda, de origem com a consola, um cartão de memória SD de 2GB.

 

Depois, vem o choque inicial. A primeira sensação, nossa e de todos os que demos a experimentar a consola a primeira vez com imagem em 3D foi de ligeiro recuo e piscar, custando a olhar fixamente para o ecrã sem semicerrar ou desviar os olhos. Mas é apenas o impacto inicial, e antes de recorremos a um outro botão, o regulador da função 3D, acessível no lado direito do ecrã superior, que permite desligar o efeito tridimensional ou regulá-lo progressivamente até à profundidade máxima. O recomendado é colocar a consola entre 25 a 35cm dos olhos, e terá de estar perfeitamente à sua frente, ou veremos as imagens a duplicarem. Mas a verdade é que o efeito 3D tem mesmo de ser encarado com precaução, pois o manual de instrução recomenda pausas a cada meia hora quando se usa o 3D, e avisa que crianças até aos 6 anos (inclusive) não deverão jogar a consola com o 3D activado.

 

Os jogos que nos foram disponibilizados para este primeiro teste da 3DS, “Nintendogs + Cats” e “Streetfighter IV 3D Edition” foram bem elucidativos do potencial do sistema. O primeiro com gráficos mais realistas, bem para além do “cartoonesco” comum na DS, e o segundo mais Arcade, com cores brilhantes e garridas, ambos demonstraram bem a eficácia do sistema 3D da Nintendo, e deixaram antever tudo o que ainda estará para vir, quando os estúdios puserem mãos à obra (já puseram certamente) e nos mostrarem os seus produtos para a 3DS nos próximos meses.

 

Desde que à distância e na posição correcta, a sensação de 3D é bem acentuada, e mesmo sem comprar jogos podemos desfrutar de outras aplicações já instaladas, como o jogo RA (realidade aumentada) a que acedemos com ajuda de um dos cartões disponíveis, ou o divertido Face Raiders, para além da possibilidade de tirarmos fotografias 3D. De recordar ainda que a Nintendo 3DS é compatível com os jogos das DS/DSi, que, obviamente, são jogados em perspectiva 2D.

 

Se funciona? Funciona mesmo. E, mais para o Natal, quando a oferta de jogos 3D para esta portátil invadir as lojas, será mesmo “o” gadget da quadra (isto se os portugueses ainda tiverem subsídio de Natal na altura).

 

 

Por: Luís Carlos Sousa

 

 

Actualizado em Segunda, 13 Junho 2011 11:30
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Pokemon Black / White Version

Mais Pokémon em dose dupla


zCerca de um ano após as versões paralelas para a Nintendo DS de Pokémon “HeartGold” e “SoulSilver” (e 15 anos depois de “Red” e “Green” para o Game Boy), chegam a Portugal, no dia 4 de Março, mais dois lançamentos paralelos da saga “Pokémon Black Version” e “White Version”, também para a DS. No Japão, esta dose dupla de Pokémon tornou-se no lançamento mais bem sucedido da história dos vídeojogos, e só isto será suficiente para que os “pokémanícos” lusos fiquem expectantes, tanto mais que haverá lugar a uma promoção especial com a Game, Fnac e Media Markt para receber um “Mythical Pokémon Celebi”, um dos Pokémon mais difíceis de encontrar.


Os dois jogos terão pela primeiras vez áreas individuais para explorar, numa nova região com vários locais para explorar. Outra novidade é o facto das estações do ano mudarem no mundo do jogo, e Pokémon específicos aparecerão com mais frequência durante estações especiais, mudando também de forma e de cor. Os jogadores vão poder aceder a algumas áreas apenas durante uma estação em particular.


O melhor de tudo é que os jogadores também vão encontrar mais de 150 Pokémon nunca antes vistos, alguns dos quais únicos em cada versão do jogo, como por exemplo, os Legendary Pokémon Reshiram e Zekrom. Reshiram consegue envolver o ambiente que o rodeia em chamas e diz-se que o calor dessas mesmas chamas pode fazer com que a própria atmosfera se mova, enquanto Zekrom pode produzir eletricidade a partir do seu corpo, voar e desaparecer dentro de nuvens de trovoada! Reshiram só poderá ser apanhado em Pokémon Black Version enquanto Zekrom só poderá ser apanhado em Pokémon White Version.

 

 

Actualizado em Quinta, 14 Abril 2011 11:07
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Tron Evolution

Um mundo de Néons! A Disney fez renascer o universe de Tron, e a Nintendo DS também teve direito a um jogo licenciado: Tron Evolution.


Utilizando como tema o universo de Tron, relançado recentemente pela Disney com o filme “Tron: Legacy”, seguiram-se os inevitáveis licenciamentos para as diversas consolas de jogos, com a Xbox 360 e a PS3 a receberem versões bem diferentes, e naturalmente mais evoluídas, desta que jogámos na Nintendo DS.


Na portátil estamos perante um jogo que alterna a acção/combate, os jogos de “grid” com os conhecidos lightcycles, tanks e recognizers, e a resolução de puzzles, num equlíbrio razoável que quebra a monotonia da progressão num enredo que nunca é muito bem explicado.


Em Tron Evolution assumimos o controlo de um “monitor de sistema” principiante, após uma customização básica da personagem, cuja missão é ir resolvendo problemas ao longo da rede, combatendo programas inimigos e resolvendo puzzles (alguns complicados) ao longo de vários cenários, com um visual semelhante e sempre com base na profusão de néon do universo de Tron. Isto no modo história. Para além deste podemos jogar os “grid games” a solo – uma arena para combate com disco, e os já citados lightcycles, tanks e recognizers – ou em multi-jogador. O problema nesta última opção é que não existe vertente online e a único maneira de jogar em conjunto é os amigos (em acção cooperativa) ou adversários – num total de quatro jogadores – possuirem igualmente uma cópia do jogo nas suas DS.


Mesmo no modo de um jogador, em história, existe uma limitação significativa, pois apenas se pode guardar um ficheiro. Ou seja, se um jogador estiver, por exemplo, a 50% da sua progressão, e alguém quiser paralelamente iniciar um novo jogo, terá de apagar o ficheiro que já existe e, logicamente, toda a progressão.


Os botões direccionais (ou os A, B, Y, X para os esquerdinos) comandam o movimento da personagem e o combate é efectuado com o stylus, com uma boa jogabilidade, mas algumas falhas de polimento. Pena é também que sejamos deixados rapidamente por nossa conta após algumas dicas, e talvez a curva de aprendizagem seja dura demais logo no início.

Jogabilidade: 6
Gráficos: 5
Som: 3
História: 3
Média: 4,2


Por: Luís Carlos Sousa

 

 

Actualizado em Quinta, 14 Abril 2011 11:00

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