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Reviews - XBOX360

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Shadows of the Damned

Lutas com demónios!

Inferno desce à terra... É um cliché dizer que "o inferno desce à terra" quando algo de mal e aterrador se passa, mas em Shadows of the Damned é mesmo isso que vai acontecer... somos obrigados a lutar nas suas profundezas!


Por: Valter Leandro

Este título, para começar, não é para todos! Apenas para os adeptos mais fervorosos de realizadores como Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, dois mestres da 7ª arte a criar altos momentos de suspense e acção que são, no fundo, alguns dos principais ingredientes deste Shadows of the Damned.


Apresentamos-lhe Garcia Hotspur, o nosso herói de serviço que não tem mais do que a missão de descer ao submundo para salvar o amor da sua vida (uma espécie de príncipe encantado, portanto, mas sem o beijo ressuscitador). City of the Damned é o ambiente onde se desenrola toda a acção, onde o perigo e a morte estão à espreita em cada esquina. Como já temos alguma afinidade pelo nosso protagonista vamos apenas tratá-lo por Hotspur, que tem numa caveira (que até tem nome: chama-se Johnson) a possibilidade de a transformar em várias armas para combater com todos os demónios que vai encontrando pelo caminho que, desde já avisamos, vai ser penoso, difícil e até algo assustador para quem não está habituado a jogar em ambientes onde o sangue a jorrar e as vísceras dos inimigos parecem ser o maior aperitivo para o nosso herói.


O jogo torna-se algo repetitivo quando descobrimos que a caveira Johnson possui poderes de luz que conseguem quase por completo aniquilar qualquer diabo que nos apareça pela frente. Aqui e ali encontramos pequenos puzzles que nos obrigam a pensar mais, mas nada comparado com títulos onde esta vertente está mais demarcada.


Graficamente, Shadows of the Damned não vislumbra porque os cenários são quase sempre jogados em plena escuridão. Contudo, o som ambiente e a própria jogabilidade na terceira pessoa são capazes de atrair os fãs de títulos mais... como havemos de dizer... macabros e assustadores.

 

 

 

zOOm score

Jogabilidade: 7
Gráficos: 7
Som: 8
História: 6
Média: 7

 

 

 

 

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Bulletstorm

Chuva de balas

Bulletstorm foi criado para os verdadeiros "shooters" das consolas de nova geração onde a ordem é para descarregar cartuchos à velocidade da luz!

 

É um FPS (First Person Shooter) do mais puro que há. Desenvolvido pelos mesmos criadores de Gears of War, pela Epic Games em conjunto com a People Can Fly, Bulletstorm acaba por apresentar algumas semelhanças com GOW, nem que seja pelo género, carregado de acção e tiros a rodes.

 

O enredo. 
Mas que enredo?

A história é simples e já muito "corriqueira", mas o que interessa mesmo é aniquilar tudo e todos os que nos aparecem à frente. Aqui, descarregar os cartuchos das nossas armas, se possível a alta velocidade e com pontaria, é a nossa principal função. O jogo é de alta violência, impróprio para jogadores mais sensíveis ao sangue e a figuras inimigas que parecem ter saído de um filme de terror de baixo orçamento.

 

Mas voltando à história, em Bulletstorm temos a possibilidade de controlar Grayson Hunt, um mercenário fora do activo e ex-líder de uma companhia de guerreiros, os Dead Echo. Depois de várias missões descobriu-se que, afinal, os seus objectivos não estavam bem compreendidos. Ao invés de aniquilarem os verdadeiros inimigos estavam a assassinar inocentes. É aqui que entra o nosso personagem que tenta a todo o custo fugir e combater uma perigosa armada de mercenários de todo o tipo. É nesta altura que, depois de encontrar a nave do seu principal inimigo, acaba por aterrar num planeta que alberga todo o tipo de perigos e suspense, no planeta Stygia. É aqui que começa a verdadeira acção e onde somos obrigados a descarregar os cartuchos das nossas armas a alta velocidade. Também se requere alguma pontaria.

Bulletstorm não inova, nem ao detalhe gráfico, mas oferece toda a pureza dos FPS.

 

São inúmeras as armas que nos são disponibilizadas para levar de vencidos todos os inimigos.

Os gráficos são bons mas não inovam. Também porquê? São para destruir!

 

 

 

Jogabilidade: 7

Gráficos: 7

Som: 7

História: 6

Média: 6.7

 

Por: Valter Leandro

 

 

 

 

Actualizado em Segunda, 13 Junho 2011 14:25
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Test Drive Unlimited 2

Já chegou ao mercado nacional um dos jogos de corridas mais apaixonantes do momento! Teste Drive Unlimited 2 não é melhor que GT5, mas aposta na mesma adrenalina!


A tão aguardada sequela de Test Drive Unlimited (TDU) acaba de chegar ao mercado nacional e está disponível para PC (49,99 euros) e para as plataformas PS3 e Xbox 360 (59,99 euros). Pusemos as mãos na edição de TDU2 para a Xbox 360 e julgamos que este é um título imperdível para os fãs da saga Test Drive, para todos os amantes de carros e para os adeptos de (bons) jogos em geral. TDU2 poderá não ter a fluidez de movimentos e a qualidade gráfica da última evolução de PGR ou (no caso da PS3) do fantástico GT5, mas brilha na riqueza dos cenários da festiva Ibiza ou na tropical ilha do Havai e na quantidade (e qualidade) das máquinas colocadas à nossa disposição.

 

Começamos a “aventura” como um piloto rookie que ganhou este estatuto pelas mãos de uma jovem e rica mulher que, vejam só, nos pede para conduzir o seu Ferrari California... No início da carreira, os carros à nossa disposição, e passíveis de ser adquiridos pelo parco pecúlio do jovem piloto, resumem-se ao Delta Integrale (deltona), Lotus Esprit ou Ford Mustang, mas, há medida que o jogo vai evoluindo, a variedade e o exotismo das máquinas cresce e passa a incluir objectos de desejo como o clássico Mercedes 300 SL, o raro Aston Martin One77 ou os exclusivos (e muito rápidos) Gumpert Apollo e Pagani Zonda. O outro grande argumento de TDU2 é a liberdade de movimento nos cenários. Para quem gosta de explorar e da variedade de traçados terá no jogo da Eden Games um companheiro de muitas e boas horas. Se é adepto de passeios fora-de-estrada, TDU2 também pensou em si e disponibiliza uma variedade de terrenos e de SUV para desbravar.

 

 

Além do modo single, TDU2 oferece opções multiplayer que incluem desafios a dois, co-drivings e perseguições ao estilo Hot Pursuit. Infelizmente, seja em que vertente for, os carros têm uma acentuada tendência subviradora (fugir de frente) o que torna a condução menos “divertida”. Ainda assim, é sempre possível (com persistência e muita potência) sair de uma curva num glorioso drift. Imperdível!

Por: Rui Reis

 

Actualizado em Quinta, 05 Maio 2011 15:30
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Kinectimals

Uma espécie de Tamagotchi! Kinectimals está na base do desenvolvimento do acessório Kinect que, no início, teve o nome de "Project Natal". Nesta fase inicial, a intenção da equipa da Microsoft seria tornar os jogos para a Xbox 360 mais interactivos, onde o próprio jogador interagia com a imagem no ecrã.


Apesar de ser o jogo que está na base de todo o projecto desenvolvido pela Microsoft na criação do seu novo acessório para a Xbox 360, a verdade é que este tipo de jogos não nos atrai especialmente. No fundo, Kinectimals é uma espécie de Tamagoshi "gigante" onde somos "obrigados" a cuidar de uma série de animais selvagens que, por sinal, são muito afáveis.


Um pequeno tigre é a personagem com que começamos a jogar ou, melhor dizendo, que devemos tomar conta! Fazer "festinhas", "cafunés", escovar o pelo e até obrigá-lo a fazer exercício são apenas algumas das nossas funções. Isto se quisermos que o nosso animal de estimação virtual evolua e se sinta feliz no seu espaço e ambiente – mais ou menos – selvático! Para tal dispomos de uma área de recreio extensa onde podemos fazê-lo correr, saltar obstáculos e levá-lo a ultrapassar alguns medos. Sim, porque estamos a cuidar de uma cria de tigre e estes, no início, não são assim tão perigosos... parecem autênticos gatos domésticos!

A história

Mas Kinectimals não é só cuidar dos animais que vamos desbloqueando à medida que avançamos de nível. Este episódio conta a história de um pirata (Capitão Blackwood) que chegou à ilha de Lemuria à procura de um tesouro. E é esta a nossa missão: encontrar, com a ajuda dos felpudos animais, o tesouro que nunca foi descoberto pelo pirata. Bumble é outro dos personagens que nos vai guiando pelo extenso mapa da ilha, uma espécie de mordomo que está sempre ao nosso dispor sempre que necessitamos.

 


Não nos iludamos! Apesar de ser um jogo que pode ser jogado por miúdos e graúdos, a verdade é que não conseguiu deixar-me colado ao ecrã durante muito tempo, apenas o suficiente para escrever esta análise. Contudo, quem tiver filhos e estes quiserem um animal de estimação lá em casa, esta talvez seja uma das melhores opções se não tiver condições para ter um animal real. Senão vejamos: não suja a casa, não é preciso levá-lo à rua para fazer as necessidades e não dá grandes despesas (só a da electricidade)!

Jogabilidade: 8
Gráficos: 9
Som: 7
História: 6
Média: 7.5



Por: Valter Leandro

 

 

Actualizado em Quarta, 13 Abril 2011 11:43
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Kinect Joy Ride

Corridas acrobáticas! Kinect Joy Ride coloca-nos atrás de um volante virtual nas corridas mais loucas e mirabolantes algumas vez inventadas para uma consola de nova geração! As acrobacias são o ponto forte deste título, onde podemos competir contra a máquina ou desafiar um amigo.


É bem capaz de ser o jogo menos conseguido, a nível de performance e resposta aos gestos, que já experimentámos com o Kinect, mas ainda assim consegue proporcionar momentos bastante hilariantes... até porque este título também faz uso da câmara fotográfica para captar os nossos movimentos mais disparatados.


No menu principal de Joy Ride temos à nossa disposição uma série de opções: garagem, extras, veículos, corridas, etc. E é painel das corridas onde tudo se passa. Aqui vamos encontrar vários modos de jogo. Na Corrida Profissional competimos em várias zonas; em Acrobacias é requerido que o nosso corpo tenha grande agilidade de movimentos; na Corrida de Combate devem apanhar-se itens para atrasar os nossos adversários de corrida; nos Obstáculos é imperativo que nos desloquemos pela pista a grande velocidade sem que derrubemos os obstáculos; na Demolição devemos apanhar o maior número de itens e derrubar os "bosses"; nos Movimentos somos levados para uma viagem área no sentido de imitar os gestos que nos são propostos; e, finalmente, a Corrida Xbox LIVE, onde competimos com adversários reais online.


Com tamanha diversidade de opções de jogo, será difícil ficar farto de jogar um dos modos indicados. Contudo, julgamos que a diversidade de movimentos e acrobacias é algo limitada. Uma das tarefas é, quando o nosso veículo salta por uma rampa, executarmos manobras aéreas, movimentando o corpo em várias direcções. É precisamente aqui que este título é falível, com pouco mais de meia dúzia de movimentos pré-definidos. Outra das falhas de Joy Ride é termos de voltar à garagem para jogar um novo nível, que vamos desbloqueando à medida que vamos ganhando fãs, medalhas e pontos. Contudo, julgamos que esta situação pode ser rapidamente resolvida com uma actualização ao jogo.


De salientar, ainda, a vasta panóplia de veículo, que também vão sendo desbloqueados à medida que vamos progredindo.
Quanto ao grafismo, é excelente, permitindo a utilização do nosso avatar.

Jogabilidade: 7
Gráficos: 8

Som: 7
História: 6

 

Média: 7


Algumas imagens:

 

 

Actualizado em Segunda, 21 Março 2011 12:49

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